segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Estâncias para Músicas Alegria não há que o mundo dê, como a que tira. Quando, do pensamento de antes, a paixão expira Na triste decadência do sentir; Não é na jovem face apenas o rubor Que esmaia rápido, porém do pensamento a flor Vai-se antes de que a própria juventude possa ir. Alguns cuja alma bóia no naufrágio da ventura Aos escolhos da culpa ou mar do excesso são levados; O ímã da rota foi-se, ou só e em vão aponta a obscura Praia que nunca atingirão os panos lacerados. Então, frio mortal da alma, como a noite desce; Não sente ela a dor de outrem, nem a sua ousa sonhar; toda a fonte do pranto, o frio a veio enregelar; Brilham ainda os olhos: é o gelo que aparece. Dos lábios flua o espírito, e a alegria o peito invada, Na meia-noite já sem esperança de repouso: É como na hera em torno de uma torre já arruinada, Verde por fora, e fresca, mas por baixo cinza anoso. Pudesse eu me sentir ou ser como em horas passadas, Ou como outrora sobre cenas idas chorar tanto; Parecem doces no deserto as fontes, se salgadas: No ermo da vida assim seria para mim o pranto Lord Byron

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Descobrir que é voce.

La, nota de afinação musical.
Amor, sentimento de união conjuntiva
Ódio, sentimento de raiva e mera vingança
Entender, verbo para se esclarecer
Resposta,fala conseguente de pergunta.
Acreditar, confiança por segundo.

saiba quando ajustamos nossa AFINAÇÃO, juntamos nosso AMOR, renunciamos ao ÒDIO, buscamos nosso ENTENDIMENTO, esperamos por nossas RESPOSTAS, e começarmos e se ACREDITAR um no outro.
Talvez vamos acabar tendo o AMOR, ou apenas a AMIZADADE, não se esquecendo de poucos preceitos.E não deixando de lado a questão de que são duas vida e mais uma experiência.

lembre-se tudo deve ser perguntado, considerado, esperado e respondido.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Quando conquistou tudo o que todos querem cortejar, a pobre recompensa não vale os custos: juventude desperdiçada, alma aviltada, honra perdida, são os teus frutos, ó paixão triunfante!
George Lord Byron

(novo em minha mente, mas ja sinto que sera memoravel)

incerteza, passado

Na comunicação eu me deparei com uma oportunidade; o momento de termos contatos físicos, mas contatos mentais , contatos que faz com que apenas a liberdade, nos traz como a pena de uma ave que foi atacada por gases venosos.
Incertas vezes, a soma se resulta em que, nem o tempo poderá consertar isto.
Nem mesmo eu me abalarei, pois não com a vida mas com os frutos da amizade eu aprendi a ser mais, casa vez mais forte, persistente e atrevido. Na leveza o seu peixe anda, mas na minha indelicadeza eu nado no vácuo ar.

Momentos por momentos.

No momento, as palavras que são ditas, escritas,
No momento, o andar e descrito e escrito,
No momento, os nervos são acalmados, relaxados e anotado
No momento a chuva cai a água se vai, e os sem teto dizem: ai ai ai ,
Mas tudo e apenas no momento, pois quando tudo passa, você se deita, uma lagrima preta ira escorrer, por felicidade, expurgando o que esta dentro.
Fazendo o que nunca tinha feito , exercendo um novo movimento.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

MARIO QUINTANA

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Não entre para desconfiar, entre para críticar

Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato...
Ou toca, ou não toca
(CLARICE LISPECTOR)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

“Eu disse a um amigo:
— A vida sempre superexigiu de mim.
Ele disse:
— Mas lembre-se de que você também superexige da vida.

Sim.”

Versos por Versos.

Gozando de alegria, o prazer de ser alegre, RIRIRIRI, piada, conversa,
Mas nada como a ‘’nobre ‘’ alegria, espontâneo movimento.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Se me pergunta quem sou eu, eu digo que eu sou aquilo que eu aprendi ser
Por um lógica ou por outra, por uma definição ou por uma construção.
Eu Digo que não sou o que sempre quis ser, mas entendo o meu passado
E utilizo para martirizar o futuro.
A impulsação que sinto, seja compreendente do meu ponto de vista.
Mas saiba que eu sei por estar dentro de mim, ajude-me

Quem lhe permite ?

Ao menos um olhar encantar meus sentimentos por expor meus conhecimentos.
‘’no pensar do hoje ‘’ eu vejo você, e ao mesmo tempo
Ao invés de um espelho eu vejo um olho alheio
Mas com permeação te limitei.
Como se eu ou você tivéssemos limites entre-nos
As palavras das escritas nos dizem quem somos
Mas poucos sabem a língua, talvez diga que tudo esta exposto
Mas eu digo que sou sem limite, pois a 1000 metros eu me vi
Em uma reflexão que somente nos sentimos.
Por algo pegajoso achavam que diríamos, mas por mais que acham
Você apenas Duvida.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

A incredulidade me asola, pois fraco
eu sou só guando necessario.
Promisco a homem acusado fui
mas encontrei a razão, eu tenho a
mente mais aberta e sou mais forte.

Se a Musa não se alimenta

Se a musa não se alimenta,
o velho bardo se inquieta.
Ela mal pesa cinquenta
que tanto pensam ao poeta !

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Disseram-me que eu sou um maldito, e que eu era um moleque, não respondi no momento, mas essa pessoa hospitalizada foi por 3 dias e ate hoje sente remorsos.
Genocida e quem matam, eu apenas lhe intriga.
Muitas vezes usando palavras: PARE DE MECHER A DENTATURA.
O que eu realmente aprendi dói que somente eu posso me definir, é que eu digo que quem se define si limita. Saudades sentirão. (TALVEZ)

sábado, 4 de setembro de 2010

Para não dizer que estou apaixonado, te digo :Ora, pois estou pacificado de grandes significados, á espera do tempo que se perdeu, em uma guerra onde o campo de batalha e o amor.
Inconsciente a derivação do término de momentos felizes e tristes. Confundidos com o pensar de estar triste. Garregando bagagem de verdades, apenas tendo e não possuindo.
Como si tivesse significado nas verdades questionadas por aqueles que são o INVERNO.
Apaixona-me e tolice apreciação e compreensão
De manha ao tomar meu dejejum temos momentos de aprendizagem material e sexual.
A tarde, tudo depende do passa pois a mercer estou.
A noite, lugares espíritos, pecados me tomam.
Tudo em rotina, por continuar a viver, mas chega um dia em que esse dia, se torna diferente para outros pessoas.Para ela aquela de olhos castanhos e cabelos cortados.
Meus singelos parabéns a minha amiga BùBú (somente para chatear)
28/08

Tempestade em copo D’água – Melhor

Esqueça que um dia fui do centro pois os meus sentidos me direcionarão ao sul pois sugestões, opções, necessidades, apreciações estão lá.
Não tem o porquê eu ficar onde não me quer bem , amo atodos os que me amam. Sendo o Boneco de marionete, me orgulho em apenas ser o que sou é estar onde estou.
Pensas-te que sou um de mente vazia e ofiscurada, penso o que em ser comandado pelo bons, para que quando eu estiver sozinho, estarei Ótimo
Pelos melhores estou sendo o melhor, sou melhor.

Estão ébrios.


Pensam, que pensam consciente mas embriagado estão.Ao invés de Hidromel lhe descer pela garganta, a verdade de um mentiroso li encanta.Transformando sua vida em uma onomatopéia, sarcástica e ser aquilo que não pode ser por ambição de outro: Medo, Raiva, coragem amável embriagado suas palavras são jogadas como dados. No final basta eu chamar você de Harpia
E você se considera um hedonismo?

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Crimes de mel, crimes de fel

Do doce cintilante, marrom claro.
De gosto amargo, cor preta.
Pela melancolia do dia-a - dia
Viver se torna pesadelo
Dos crimes pretejados, pelo Bem ou Pelo Mal
Chega a expressar duvidas como:
A tentativa de dizer, o que não se sabe falar.
O Amor que se conquista
Matar que lhe matou
 E saber o que sabe.

A humanidade perdeu seus valores quando,

Nossos pais cometeram o ato de se iludirem
a estética de um fruto, tão perfeito.
A ilusão que criamos para saciar nossa sede por amor se tornou
um vicio no qual estamos ligados a
Uma difusão em que tudo se torna
um e esse um se funde
a tudo no Universo.
                                      (G.N.S)

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

-- tudo esclarecido, eu sei exatamente o que aconteceu, apenas você não recebeu o carinho de uma pessoa responsável por esse sentimento, então você foi criando uma ira dento de você.E isso faz com que você mude de humor facilmente.Relatou a pessoa qual se incumbiu
Atestado, ajudado, alto ajustado, dado de 4 lados, seja difícil, seja triste, seja feliz, seja consciente ou in , mas esteja ao meu lado sempre que eu precisar pois as palavras nunca esquecer ou abandonar estão comigo é eu a sigo sempre .
A casa do verbo me inspira, talvez seja isso que eu queira ouvir , talvez seja isso que me mostre que sou fraco, mas ao certo mostra que sou eu e a quinhentos metros me vejo como si fosse agora,
da Besta fera, ao Jantar, do Linho, entre o Ordenhar, do Transe a fada mal
Fases da vida

Pensando anoite

No pensar do hoje, sentimento de medo bate no mais obscuro do teu coração. Como o pensamento tolo de um louco. Como um girassol sem sol Vazio sentimento de sexualidade, esvaziando, por meio de atos vulgares. Como um relógio atrasado, e uma pessoa vendo TV, vêem a utilização de acessórios. Com tantas comparações, temos ao certo apenas algo que nos fará felizes. Ser-nos mesmos sem pensar no passado e apenas relembrá-lo. De um Ogro bruto acantose com uma bela donzela de bom coração, tendo um sentimento de não pensar no passado, e a concretização de consentimento do futuro e com o entendimento e domínio do presente. Sejamos lúcidos com a neve de brasa, que não viemos para deixar bonitinho e sim destruído.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Máquina breve

O pequeno vaga-lume com sua verde lanterna, que passava pela sombra  inquietando a flor e a treva
— meteoro da noite, humilde, dos horizontes da relva; o pequeno vaga-lume, queimada a sua lanterna, jaz carbonizado e triste e qualquer brisa o carrega: mortalha de exíguas franjas que foi seu corpo de festa.
Parecia uma esmeralda e é um ponto negro na pedra. Foi luz alada, pequena estrela em rápida seta.
Quebrou-se a máquina breve na precipitada queda.
E o maior sábio do mundo sabe que não a conserta.

Autora romantica

Para :duas pessoas BR

Qual cor eu vejo as cores?
Desprezo, solidão, descompreenção, medíocre, charlatisse.
Tentativas diárias para que essas palavras não estejam em nosso dicionário.
De ver pelo vazio, em ver pelo não visto eu as vejo, e acabo vendo você. Em ver que a 500 metros você estará La.
................O surreal passo, eu lhe conheci.....................
Novas conversas em movimentos tive, opinião, reflexões, de certo ponto muita coisa mudou.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

...Quem sabe se a dividade
em sua santa equidade,
Te envia da eternidade
Para o mundo vagar?
Quem sabe se e teu castigo
Trenspor perigo e perigo
Semore exposto ao desabrigo
Pelo deserto a penar!...

De modo vazio, de modo desprezado

Aqui estou apenas por estar, talvez a vontade de fazer a diferença não ecoa em meus pensamentos, talvez a certeza do hoje não se espera pelo antigamente, talvez apenas estou em trevas indo para luz ou visse versa, ou apenas não concluía o pujante.

Ao certo de que a certeza esta em mim e que algumas palavras ocultas seja menos do que claras. São eles mouros gigantes e pequenos, de bigodes retorcidos, caminhão a passos lentos, com semblantes de atrevidos, causa medo de vez tanta, TAM membrudos, TAM crescidos?
No final sabemos que sou uma vitima e um assassino?ou apenas um. Será que tudo esta como o hoje para o futuro, ou que apenas nada mudou do passado.